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quarta-feira, 2 de maio de 2012

A Carícia do Vento -Janet Dailey


A Carícia do Vento
Título Original: Touch The Wind
Janet Dailey


Bem, a primeira coisa que quero falar é que tenho o livro, kkkk. Mas a capa não é essa. O meu livro é de capa dura, uma edição antiga, sem fotinhas lindas nela. Eis como é o meu livrinho... achei a foto igualzinha a dele na net, kkk.

 Essa capa ai da sinopse é a que acho mais bonita de todas as edições brasileiras. Eu estava toda saliente quando comprei na Estante Virtual, achando que a capa seria essa. Tadinha de mim!!  Também, o livro foi uma bagatelinha de 4,00 ou 6,00 reais, não lembro ao certo. Mas o importante mesmo, mesmo é o conteúdo.

Li o livro. Aliás, me atraquei com o Ráfaga com toda vontade. Meninas que bofe, viu?!!
Tá. To sabendo. Ele é complexo, controverso. Para alguns herói. Para outros vilão. Mas um TDBZudo independente de qual sua opinião.
Vou falar que, tem de ter a mente bem aberta pra ler esse livro. Ele é impactante em alguns momentos e juro que to segurando meus dedinhos salientes e nervosos pra não dar virtualmente com " a língua nos dentes" e sair soltando spoiler a torto e a direito.
Pela sinopse temos uma ideia do fio condutor da história.
A mocinha, Sheila é mimada, tendo as coisas do jeito que quer, na hora que quer. Apresenta-se de inicio como uma manipuladora de homens em geral. Perdoem-me quem discorda, mas eu senti assim, no inicio do livro. Ela tinha um relacionamento contrário a  vontade dos pais e que, a meu ver nada tinha d e sentimento mesmo, apenas um desejo. O ditucujo do namorado prendia o interesse dela por ser o único que não cedia a seus desejos e caprichos. Então, nada de amor.... 
Talvez, cara amiga, você ai poderá pensar: Lex, mas ela deveria nutrir esses sentimentos pelo mocinho certo? Eu digo: Talvez!!!
Vejo a situação assim: Se o Ráfaga é controverso, a mocinha também o  é. 
Bom, o fato é que, cedendo mais ao desejo que a razão, ela foge com o namorado-noivo e vão se casar no México, e lá a crua realidade se abate sobre ela: o bofe só via os cifrões da gorda conta bancária de sua família e o poder e influencia dos mesmo- o safado!!!
Ele  proporciona a Sheila uma lua- de -fel daquelas bem amargas sabe?! E após muitas atitudes intoleráveis dele, acaba colocando a ambos numa situação, onde ele é morto. Nesse ponto surge o nosso mocinho  Ráfaga. 
Eu diria que ainda com as coisinhas da prova de Teoria Literária que fiz dia 27/04 ele se encaixaria no  arquétipo do anti-herói. Concordam?
Eu confesso que comecei a ler o livro pensando: Será que vou gostar dele? vocês sabem, tenho um tombo gigantesco pelos mocinhos. Eu sou totalmente Pró-Mocinho. Daí pensei que ele ia tipo, chegar chegando, pegando a mocinha, tacando no ombro, no cavalo, sei lá.... e levava pra cabaninha e  ... cheio de selvageria .
Mas não. Saliente que só, ele ficava só olhando... seduzindo... possuindo com aqueles olhos escuros e insondáveis!!! OMG!!! Ele me deixou assim ó: . To hipopotizaaaaaaaaaaaaaaaada!!
Ele é possessivo, mandão, ciumento, perigoso, implacável....selvagem. O que aliás faz sentido no contexto da cultura onde ele vive e de suas raízes, onde o homem manda. Aliás mencionei que a edição do meu livro é de 1979? OOO. Dá pra sentir como era a vida naquele tempo né, gente?! Certas atitudes descritas no livro, podem ser estranhas a algumas pessoas, se não lembrarem a  época em que a história se passa.
A  mocinha no decorrer da trama cresce.... de filhinha mimada e manipuladora, ela descobre a força ante as adversidades, enfrenta seus captores , embora ainda continue muito cheia de mi-mi-mi-mi-mi... Ui, fui maléfica agora, não fui? Mas vou falar que a nível de envolvimento emocional dos dois, eu não consegui "sentir" muito bem o elo não. Será que surtei? Não responda, please!!
Explicando: Em Whitney, Meu Amor (kkkk, sempre uso eles como exemplo), apesar do antagonismo inicial do casal de mocinhos, eu "vi" e "senti' o elo sendo forjado... o amor nascente... Em A Carícia do Vento eu não senti muito bem isso na  Sheila não. Apesar de descobrir-se apaixonada pelo Ráfaga, ela agia muito como uma criança birrenta, bradando a todo momento "odeio você!" . Me parecia que ela queria só deitar e rolar com ele, sabe? Eita to venenosa que só, hoje!!! E olha que nem posso jogar a culpa na mutilação do livro, kkkkk. Ele tá completo.
E fechando o balaio de gato, aquele final não me agradou muito não. Cade o epílogo? Gente, o livro merecia um epílogo sim!!! A gente fica louco sem saber se eles foram bem-sucedidos ou não na fuga!! Aff, revoltei aqui!!!
Fazendo um balanço geral, diria que, apesar da complexidade do Ráfaga e pouco descrever seus pensamentos e sentimentos, pois a história  foca muito a visão da mocinha eu adorei ele!! Mas, eu queria ler também a trama sobre o ponto de vista dele. O que pensava , o que sentia... ele é muito misterioso e pouco se revela sobre o seu passada. Na verdade, quase nada!! 
Um bofe de poucas palavras. Aliás, como falei com a Luna outro dia, ele é um mocinho de fazer e não de falar!!!!
Depois da lua-de-fel a mocinha descobriu um mundo deleitoso e colorido como um caleidoscópio com  o Ráfaga, kkkkk. Aliás, o que eram aquelas referencias ao "desejo de macho" dele e "cheiro de macho"? Aff, morri!!! Fogaréu total!!  
Aliás, quero a gradecer a Luna por dividir o bofe comigo, kkkk. Muito agradecida viu amiga!!

Abaixo a capa em inglês.

E essa fotinha abaixo me lembrou o hot moment dos dois dentro do rio..ui


O Ráfaga é um bofe que, como diria a Morga,  sabe: !!!
Ui!! Pega eu Ráfaga!! Me leva pra tua cabaninha. Juro que nunca fujo de ocê, meu mercenário caliente!!!
Mazinha, leia, flor!!! Faz o tira-teima, kkkk.


E antes de ir-me embora: Gente, toda vez que lia o livro e vinha o Ráfaga, eu via o TDB do cantor/ator porto-riquenho Chayanne na minha frente!!! Ui!!





 Capotei!!!