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sexta-feira, 8 de março de 2013

Coração Selvagem - Diana Palmer


Título Original: The Savage Heart
Diana Palmer
Rainhas do Romance # 72
Harlequin Books


Tess Meredith e Matt Davis cresceram nas belas planícies de Montana. Mas uma ameaça pairava sobre a forte amizade que os unia: o preconceito pelo sangue Sioux de Matt. Ao buscar a sorte em Chicago, com muito esforço ele conseguiu construir uma nova vida, ainda que atormentado pelo remorso de ter abandonado o amor de uma encantadora menina. Até que um dia Tess tem questões a resolver em Chicago. E mais uma vez ela fará parte do mundo de Matt, trazendo de volta o passado que ele tentara por diversas vezes enterrar. Assim como Matt, ela carregava as marcas do tempo. Tornara-se uma mulher madura, decidida a lutar por seus direitos na sociedade. Mas, acima de tudo, disposta a enfrentar qualquer tipo de hostilidade para ficar ao lado do homem cujo coração selvagem a conquistara…


Olha a responsabilidade: expor minha humilde opinião sobre um livro de uma das minhas autoras prediletas!
Sim, eu sei. A titia Palmeirão tem cada mocinho(?) que  nossa!!! Haja ferradura na situação, tanto que a minha querida Carla do Doida Y Romantica batizou os cabras de “Cavalgaduras do Texas”. Nome mais do que apropriado. Eles são rudes, possessivos, as vezes odiosos.... e sim, eu quero bater, esganar o ditucujo, mas basta um chororô, um biquinho de carência e lá vou eu perdoando... O que posso fazer? Me internem!! Aliás, me mandem para ser cuidada pelo bom doutor Cooper Coltrain!!!
Mas enfim... bofe vai, bofe vem... e aqui estou para falar deste bofe histórico Palmeriano( ain meus sais, posso usar este termo?)
Acredito que este livro tenha sido um dos mais aguardados da Diana Palmer. Nem preciso dizer que entrei em polvorosa ao saber do lançamento de um livro inédito e ainda de quebra, histórico.  Sequer sabia que a titia DP escrevia históricos.
Coração Selvagem é ambientado no inicio do século 20. Para nós, acostumadas com os cowboys de Jacobsville e seu interminável séquito de homens da lei, a leitura pode “soar” um pouco diferente, mas nada que não passemos a apreciar e amar. Até porque o mocinho se torna um detetive. Então, seja na atualidade ou no inicio do século XX, o bofe tem um pé no mundo da Lei, rs.
O livro nos conta a história de Matt Davis, o “Corvo Caçador” (pode vir em meu encalço, Corvo... deixo pistas pra facilitar o teu trabalho em me encontrar), um Lakota Sioux(muerta, muerta, muertita... adooooro um índio!!!! E ele usa tanguinha no começo do livro? Ahuahahua num conto! Leia e descubra!), que sobrevive ao massacre de sua tribo, graças a Tess Meredith e seu pai. Apesar de pertencerem a culturas diferentes e com muitos obstáculos a separá-los, a amizade nasce e se aprofunda.
Passados 12 anos, encontramos Matt, atuando como um respeitado detetive na cidade de Chicago, levando uma vida de homem branco e mantendo suas origens ocultas e acompanhamos o seu reencontro com Tess, que após a morte do pai, tem em Matt o único “parente” vivo. E deste ponto a narrativa se desenvolve.
Tess é uma daquelas mocinhas da Diana Palmer que ficam na história. Ela é virgem, como as outras.... mas as semelhanças acabam ai. Ela não é nada submissa e ninguém se atreva a pisar em seus “calos” sem ouvir umas poucas e boas. Ela é sufragista, defendendo os direitos da mulher (direito a igualdade, ao voto, etc), tem a enfermagem como ocupação, em uma época que era considerado escandaloso para uma mulher recatada e é firme  e apaixonada em defender suas convicções, mesmo que isso a coloque algumas vezes no xilindró, rs, e que ela tenha de “socar alguém”.
Enfim, é uma mocinha fascinante! Gostei imensamente dela.
O Matt, eu diria que tem muitas nuances padrão dos mocinhos da DP. Ele é possessivo, sim! Ele é relutante... ele resiste bravamente ao que sente pela Tess, mesmo se afogando de amor e desejo(parece familiar?) E tem ainda outro detalhe muito familiar a quem ler romances da titia Palmeirão com nativos americanos: o eterno discurso “ essa relação não tem futuro. Mim índio. Você mulher branca, cara-pálida. Nossos filhos serão discriminados e não terão lugar em nenhuma cultura e blablablablablergh!”
 Mas a despeito do discurso chorão e da relutância, o Matt não é nada ogro. Eu amei muito, muito, muito o livro. E tem ainda um misterioso crime a desvendar e um segredo que ele esconde a 7 chaves da mocinha. E achei o tal segredo muito fofo, embora eu jurasse de pé juntinho quando lia sobre o tal segredo, que era sobre a quilometragem zerada do bofe.
 Mas como sou uma negação como detetive, errei nas minhas suposições.
E para a nossa alegria, tem um epilogo maravilhoso!
Bom, e tem o lance do "DEDO TRAVESSO" aqui nesse livro. Eu nem queria falar deste caso, sabem? Mas foi mais forte do que eu, kkkkk.


Corvo Caçador, indio Lakota Sioux pra lá de gostosão e nada cavalistico, mais conhecido como Matt Davis, detetive particular no inicio do seculo 20... com um profundo sentimento pela moça Tess Meredith. Ela também o ama, mas em todo aquele dilema dos nativos americanos nos livros da tia Palmeirão: nada de misturar raças e bla bla bla. Mas ele também é muito possessivo e ciumento... Eles vão a uma festa, e ela está estonteante, e um cabra safado, tentou algo mais com ela e levou um tabefe. Matt nota o colo da moça meio avermelhado e sente a raiva fumegar. Leva a Tess embora... mas ai invés de ir pra casa , pede ao cocheiro pra guiar a carruagem até um parque, e ele conduz a mocinha a margem de um lago... local isolado das vistas de curiosos. Lá, ele baixa o vestido da moça para verificar os machucados, mas como possui segundas, terceiras e quartas intenções libidinosas... cai de boca, literalmente nas maminhas dela. E ela vai gostando, ele vai beijando... e os corpos vão se colando... e então, suas mãos vão vagando pelas pernocas da moçoila.... avançando no campo, dribla meias de lá, dribla anáguas de cá... avança pelo meio de campo e vai todo todo para o gol... e investe com vontade dando um orgasmo quase cósmico a ditacuja. Todavia, ele sente seu equipamento dolorido e pega a mãozinha inocente (?) e leva até o local da referida dor, levando-a a apalpá-lo. E pensa que ele retirou o dedo da gruta ardente? Nada!! Ele, insandecido pelas apalpadelas, volta com gosto nas profundezas da bixinha e vai, vai vai e eis que de repente.... nada mais que de repente, ele deflora a moça com... O DEDO. Ao ser indagado sobre o seu atual estado de desvirginamento, ele diz: "Você ainda é virgem, porque não te penetrei. Eu apenas deflorei você."


Você nunca leu nada da DP com medo das cavalices, ogrisses e ferraduras voando por todos os lados? Vá de Coração Selvagem, minha amiga. Você vai se amarrar nesse Lakota Sioux e sua heroína!

Outras capas.



Essa é a minha favorita. A Anne quem enviou.




sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Amando Evangeline - Linda Howard

Amando Evangeline
Titulo Original: Loving Evangeline
Autora: Linda Howard
Série Ducan-Cannon 02







Para começo de conversa ...
Minha cara amiga, vc já notou que a maioria dos mocinhos dos livros sempre tem uma caracteristica marcante que os acompanha tempos depois da leitura do livro ao qual ele faz parte? Seja em trejeitos, atitudes, acessórios... enfim... tem o mocinho do espadão, o mocinho que adora dentadas  nas maminhas, o bofe da cueca de cetim preto(ai Jeremiah Cortez!!! *.*) e por fim, nosso mocinho da vez: Robert Cannon, o mocinho reprimido!!!! Kkkk

Robert Cannon é um empresário bem sucedido, que descobre que, uma de duas empresas que desenvolve um projeto para NASA está sendo alvo de algum funcionário picareta, que por sua vez está repassando as informações ultra-confidenciais a  terceiros. Sacaram o “norte” da trama, não? Espionagem industrial é o foco.
Para “encorpar” mais a situação, o funcionário picareta sempre usa os barcos da marina da Evie Shaw e aparentemente eles estão juntos  na rota de trambicagem.
Nosso moço reprimido se dispõe a deixar de lado o sufoco dos ternos, gravatas e ambiente confinado do escritório e ele mesmo ir investigar o que se passa na “bagaça” da empresa e descobrir a todo custo. Nem que ele tenha de mover montanhas... mesmo que tenha de seduzir a Evie( como se ele achasse isso um sacrifício...ai, ai...)

Sou uma grande fã da Linda Howard, mas confesso que ainda estou tentando decifrar o que eu acho do Robert.
Ele é um mocinho bem característico da LH: alfa até a medula, dominante, protetor, possessivo, mto hot... Mas aqui tem uma ressalva: o Robert consegue meter os pés pelas mãos na sua ânsia de desvendar o mistério da espionagem e vazamento de informações e a relação da Evie com eles. O modo como ele conduz a situação me deixa numa situação de completos extremos. Oh sim, eu queria muito, muito entrar no livro e esganar aquele pedaço de mau caminho... em outros momentos queria agarrar o bofe e botar no meu harém super povoado. As vezes eu estava lendo e pensando: não acredito que ele vai fazer isso!!! Mocinhos geralmente, mesmo que por meios tortuoso buscam proteger sua amada... Calma, gente! Guardem as adagas, por favor!!! Ele tenta proteger a Evie, de uma forma completamente certa, do ponto de vista DELE!!! Mas me deixava completamente LOUCA da vida!!!!!
E grande parte dessa confusão toda era devido as ações da Evie que sempre pareciam ser suspeitas demais...Ela não se abria com ele acerca de seus problemas financeiros, o que o deixava com  a pulga atrás da orelha, porque ficava subentendido pelo menos para ELE que a Evie buscaria solução com o funcionário pilantra... Acontece que a Evie era uma mulher forte, independente, acostumada a cuidar de seus próprios problemas e a não ficar sentada  recitando o  mantra: mi mi mi mi... esperando outros cuidarem de seus problemas.
E para rechear  o bolo das confusões intermináveis do bofe reprimido, ele faz o pedido de casamento na hora mais inconveniente possível. Eu  não acreditei quando li. Pensei comigo: gente, esse cara é mto tapado!!! Tá eu não queria contar, mas meus dedos fofoqueiro não resistem a teclar: Ela descobre a “patacoada” dele e o confronta... o que o  bofe faz? Ele confirma tudo... e solta um pedido de casamento. O.o WHAT? Mas hein? Como assim? Tá loco meu filho? Ele literalmente flertou com o perigo!!! Se eu fosse a Evie dava um peteleco na cabeça dele.
Minha reação é idêntica a da irmã dele:

“- Você é tão burro assim?!"

Ele realmente achou que a Evie ia aceitar o pedido depois de tudo que ele fez! Ah, pára com isso!!!! Ela NÃO podia aceitar o pedido por 2 motivos: a) se ela a o livro ia acabar antes da hora e ia perder a graça e, b) mocinho que faz caca tem que pagar pelo erro e sofrer muito pra se redimir com a mocinha e com nós, exigentes leitoras!!!
Então o final vcs já podem adivinhar... mas eu sinceramente adorei o segundo  pedido! Nossa!!! Minha santinha das lobas uivantes... meus dedos dos pés encolheram! O bofe louco alucinado de amor encarna um autentico momento do contra(adoruuuuuu) e solta a perola pela qual ele recebeu a alcunha de bofe reprimido:

   

Capotou? Eu diria: Libera geral Robert!!! Não se reprima!!

Ah, meninas, só mais algumas palavrinhas: Há quem goste do livro, e quem não tenha gostado. Eu gostei, mas embora o Robert  seja deliciosamente hot, em minha modesta opinião acho que ele não figuraria entre os melhores livros da LH!!!!! Mas lembrem-se que, para ter uma opinião nossa, precisamos pagar pra ver. Tive ótimas experiências assim. Livros q outros detestaram e eu gostei mto!!!! O Robert foge um pouco do padrão dos outros mocinhos da LH em relação a Evie, porque ele leva seu plano investigativo até o fim!!!! Mas afinal, um mocinho NUNCA é igual a outro e isso é o que torna cada livro interessante. Ele seria um mocinho cafajeste e gostoso, kkkkkkk.



Abaixo capas em inglês.
Crédito da imagem: Clube do Livro Hot



Crédito da imagem: Menina da Bahia




quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Coração Eterno - Série Spencer-Nyle Co 1/3 - Linda Howard

Coração Eterno
Série Spencer-Nyle Co
Linda Howard
Rainhas do Romance
Ed. 44
Editora Harlequin


Título Original:Sarah`s Child

Em uma fração de segundo, as pessoas que ele mais amava não existiam mais...
Um trágico acidente tomou de Rome Mathews seus bens mais preciosos: Diane, sua esposa, e os dois filhos. E deixou Sarah Harper sem sua melhor amiga. Nos dois anos que se seguiram à tragédia, Sarah desejava se aproximar de Rome, mas ela sabia que deveria guardar para si seu maior segredo: sempre fora apaixonada pelo marido de Diane. Agora, contudo Rome precisa dela. E, ainda que seu coração pertença eternamente a outra mulher, Sarah aceita ser sua esposa, sabendo que tudo tem um preço, inclusive o amor. Mas um acontecimento inesperado reacende sua esperança de que um casamento por conveniência possa se transformar em uma verdadeira união. Continuará Rome lutando contra seus próprios anseios por uma mulher que ousa acreditar que na vida há sempre uma segunda chance... ou finalmente cederá ao poder do amor?





Rome Mathews é um sexy e implacável homem de negócios que tinha tudo o que qualquer pessoa poderia desejar: uma carreira de sucesso, uma mulher que amava e dois filhinhos - anjinhos que enchiam sua vida de alegria.
Mas tudo isso lhe é tirado em um piscar de olhos... quando  sua esposa Diane e seus filhinhos Justin e Shane morrem em um trágico acidente de carro!
Dois anos após o acidente, Rome se obriga a limpar a casa e doar pertences de sua família ao Exército da Salvação. Antes porem, entra em contato com Sarah Harper, sua colega de trabalho e melhor amiga de sua falecida esposa. Afinal, Sarah e Diane eram como irmãs e talvez ela desejasse ficar com alguma lembrança para si.
Sarah se obriga a ir á casa que Rome e Diane compartilharam, perdida em pensamentos e refletindo em como a vida pode dar inúmeras voltas... Afinal, a vibrante Diane era quem desejava para si uma vida voltada para a carreira, enquanto Sarah desejava um lar...um marido e, filhos. E de uma hora para outra, uma estava vivendo o sonho da outra!! E neste caso, com Diane, sua melhor amiga, levando de brinde o homem que ela amava!!!!
Sarah amou Rome desde a primeira vez que o vira, antes mesmo que ele conhecesse Diane, mas quando os dois se encontram e Sarah percebe o envolvimento deles, ela se afasta em respeito a amiga e também para tentar se proteger na difícil situação que passa a viver, amando o marido d a sua melhor amiga. Rome, porém, por não perceber o que ia no intimo de Sarah passa a crer que ela é uma mulher fria...uma mulher de gelo, como ele mesmo diz.
Chegando na casa de Rome, Sarah presencia em um dos raros momentos em que ele deixa transparecer, toda a sua dor, a sua devastação e angústia pela perda de seus entes queridos e, o momento de consolo e conforto faz vir a tona uma inegável e explosiva paixão entre os dois.
Rome, é claro, revolta-se! Como poderia se sentir atraído por Sarah? Aquele sentimento sempre esteve ali. Ele sempre a havia notado , mas nunca poderia se deixar levar, pois significaria trair a memoria de sua falecida esposa. Embora tente manter-se afastado, e se sinta derrotado pela atração que sente, Rome precisa de Sarah em sua vida. Sua companhia, sua amizade... Ela é como um vicio,  como a chama que atrai a mariposa, mesmo que resulte no seu fim. E após uma noite de amor, na qual descobre que Sarah era virgem, ele propõe que se casem. Não poderia agir como um cafajeste com ela e, argumenta de si para si que, Diane aprovaria.
Após refletir sobre os prós e os contras da união, Sarah aceita o pedido de Rome e se casam. Ela amou aquele homem por tanto tempo, tanto tempo que, qualquer migalha que ele lhe desse ela aceitaria. E é isso que ela recebe. Embora Rome seja atencioso e carinhoso, apreciando sua companhia e amizade, há uma barreira em seu coração que a  impede de entrar. Mas, tem aquele ditado que "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.." kkk  e o relacionamento dos dois vais e desenvolvendo, evoluindo... a carinho, atenção e apoio que Sarah devota ao marido vai penetrando em seu escudo de defesa, até transformar-se em amor, curando aquele coração dilacerado. 
O maior obstáculo á felicidade é que Sarah deseja imensamente um filho, mas Rome não quer nem sequer imaginar tal hipótese, e, quando ela engravida ele lhe dá um ultimato: ou ele ou o bebe!
E aqui meu povo, eu faço a pausa pra dizer que CHOQUEI total!!!!!!
Choquei e chorei!!!    E muito  !!! Ain cade meus lencinhos Klenex?(Momento IAN)
Mulheres do meu Brasil,  eu diria que nesse momento o Rome merecia um belo chute nos amortecedores e ser intimado a se deitar na BR.  Cartão vermelho pro bofe!!!!!
Mas a Sarah,  por mais que ame o cabra, bate o pé e decide ter seu filho!!! Adorei!! E o nosso bofe cabeçudo, por se sentir incapaz de viver longe dela, resolve que podem viver como marido e mulher, desde que ele não tenha nada a ver com a criança!! Nem sequer toca na barriga da Sarah!!!! OO
    Gente, eu confesso. Quem está acostumada a ler os livros da LH, com abordagem policial se surpreende com a temática deste livro. Ele vem com grande carga dramática. A gente faz uma leitura totalmente emocional a cada nova linha!! E devo acrescentar que, eu me preparei pra ODIAR o Rome!! 
Isso mesmo!! Já havia lido inúmeros comentários sobre as cavalgaduras dele. Então, preparei meu arsenal e fui pra guerra disposta a deixar minha devoção inabalável pelos mocinhos d e lado e mandar o Rome direto pra uma soneca bem  no meio da BR 101!!! Me preparei pra esganá-lo.... trucidá-lo.... ain, minha veia sanguinária aflorando..... calma Alexis... calma... como diz minha amiga Bell, " expire preto, inspire colorido".
Mas sabem de uma coisa muito interessante? Eu NÃO consegui odiar o Rome!!!  E sabem por que? Não tem nada a ver com ser um mocinho, ser TDb ou não. Eu consegui "enxergar" o Rome como pessoa, falha, humana, que sente, sofre... seus conflitos, suas emoções e conseguir sentir empatia por ele.
uma vez li em algum lugar(que não lembro mais onde foi, kkkk leio muito e as vezes só lembro o que li e não onde li) que empatia pode ser definida também como " a sua dor em meu coração". E eu realmente "senti" toda a dor do Rome. A sua devastação, sua confusão, seus temores. As dúvidas de amar a esposa falecida e se sentir atraído pelo Sarah.... Como conciliar isto? Passaram-se 2 anos desde o acidente, mas há um tempo definido para as cicatrizes da perda de pessoas amadas serem curadas?  Para acabar com a dor? Como fazer a dor acabar?
Rome não queria outro filho. Ele não entendia que, amar uma outra pessoa, esposa ou filho não iria JAMAIS substituir o  lugar daqueles que se foram. Mas falar é fácil. Racionalizar isto  quando você está devastado e´complicado! A dor era muito latente, muito forte. Cada pessoa reage de uma forma ao perder entes queridos. Alguns  levam mais tempo que outros para iniciarem o processo de cicatrização. Sim. Cicatrização, não cura. A dor da perda sempre vai estar lá. Só que com o tempo ela se torna mais amena. Rome trancou toda sua dor. E a dor enclausurada em si mesmo dificultava o seu processo de cicatrização. Ter Sarah em sua vida o impulsionou a dar os primeiros passos. 
Não estou aqui dizendo que o que ele fez foi certo. De modo algum. Estou dizendo que, a despeito de suas atitudes, eu entendi e por isso o perdoei. 
A Linda Howard mostra esse lado muito humano dos personagens. O Rome com seus conflitos, sua dor, seus erros e sua digamos, redenção. Uma das cenas mais tristes e emocionantes do livro é quando ele entra no quarto da filhinha e toma ela no colo, depois, percebendo o quanto foi bastardo por não ter dado o devido apoio e cuidado a Sarah durante a gravidez e por ter renegado a filha, ele se ajoelha e chora muito.
Rome chora de lá.... Alexis chora de cá... eita lele 

Achei a Sarah uma mocinha admiravel. De muita força e coragem e perseverança para amar e aguentar o Rome e seus humores voláteis. Por apoiá-lo com seu carinho, compreensão e amor inabalável.
Gostei muito do livro, embora muitos que já leram ele não tenham gostado.
Vale a pena ler. Mas a leitura deve ser feita com coração aberto.

Sabe meninas, acho que não tem muito a ver  com a história, mas quando estava lendo essas passagens mais marcantes e emocionantes do livro, me vinha sempre a mente a música Every Body Hurts, do The Cors. A música tem um toque de melancolia e dor tão grande que eu sempre associava ela á dor do Rome e da Sarah. E ela se instalou d e vez na minha cabeça na cena em que o Rome chora abraçado a filhinha.





Série Spencer-Nyle Co.


1. Sarah's Child (1985) - Coração Eterno - Rome Matthews e Sarah Harper.
2. Almost Forever (1986) - Quase Eterno - Max Conroy e Claire Westerbroook.
3. Bluebird Winter (1987) - ainda não publicado - história curta ambientada no natal com Derek Talifero - personagem do primeiro livro da trilogia - e Kathleen Fields.(pode ser encontrado em ebook com o nome Primavera no Coração)



Capas em inglês.



Lindinhas né, gente? 

sábado, 24 de dezembro de 2011

Gabe - Os Irmãos de Buckhorn 3/5 - Lori Foster

Gabe
Lori Foster
Série Irmãos Buckhorn 03
Rainhas do Romance
Ed. 59
Editora Harlequin Books

Gabe Kasper, o homem mais famoso do condado de Buckhorn, poderia ter qualquer mulher que desejasse. Mas ele não tinha a menor intenção de se prender a alguém. A liberdade de estar com quem quisesse lhe satisfazia plenamente. Até que uma universitária ruiva apareceu…
Elizabeth Parks precisava de Gabe para terminar seu trabalho sobre heroísmo. Mas ele não entendia como o fato de ter preservado algumas vidas o tornava tão especial. E ela estava quase convencida de que Gabe realmente era uma exceção à regra. Porém, quando ele salva sua alma e seu coração com uma atitude heroica e destemida, talvez a tese de Elizabeth possa finalmente ser comprovada…



Com os dois irmãos mais velhos casados, restam ás mulheres de  Buckhorn, Kentucky, jogar charme para os que ainda estão solteiros. Não que isso incomode Gabe Kasper, afinal, ele é o galã de Buckhorn. As mulheres o amam e, ele claro, ama as mulheres. 
Gabe é o faz-tudo da família. Embora não tenha um emprego fixo, sempre está ocupado com o concerto de alguma coisa pela cidade de Buckhorn. Ele é lindo, sexy, charmoso, bem-humorado e totalmente a vontade com sua liberdade e seu corpo. Marca registrada desses irmãos é desfilar totalmente á vontade com seus atributos físicos a mostra. Haja coração pra aguentar a visão de tanto músculo exposto!!! 
Mas seu mundo sossegado e displicente vira de cabeça pra baixo com a chegada de uma certa ruiva inconveniente que insiste em entrevistá-lo para concluir sua tese da Faculdade. Apesar de inexperiente e um tanto ingenua, Lizzy é forte e  independente e, sem o  menor esforço, meio que puxa o tapete de debaixo dos pés do Gabe. De uma hora para outra ele se vê confuso e frustrado, devaneando com a jovem de cabelos vermelhos que o ignora completamente. KKKK .



E como não é bobo nem nada, o Gabe se propõe a responder as perguntas dela em troca beijos. Uma pergunta...um beijo. bom, já sabemos aonde isso levará, não é mesmo? Segue-se a linha mocinho/professor - mocinha/aluna, se bem que a Lizzy na sua inexperiência leva o Gabe a loucura.

Gente, que maneira de tirar uma farpa do dedo foi aquela??? Nuss!!! E o Gabe como enfermeiro, aplicando pomada para queimaduras de sol? Alguém ai tem o telefone dele? Juro que é verdade, mas também me queimo facilmente no sol!!!!! Preciso da ajudinha dele.... kkkk
Definitivamente um homem com contra e, com dedos mágicos!!!
Eita fogaréu!!!
Também ficamos sabendo como andam o Morgan e a Misty, Sawyer e Honey. 
Adorei!!!!
A Lori Foster continua mantendo a excelente qualidade na série. Aguardo ansiosa o livro do Jordan. Ainda mais depois do ocorrido com ele no final do livro. kkkkkkkkkkkk. Eu ri muito alto!!!

E lendo o livro e vendo a descrição do Gabe, tentei visualizá-lo: lindo, loiro, olhos azuis...sexy, charmoso... sem camisa, o boné virado pra trás... e olha quem eu vi na minha mente: o ator Chris Carmack.
Com vocês... o Gabe Kasper da minha imaginação!!!!!!

 Lindo... sexy... bronzeado...
... o Gabe da minha imaginação!!!

 Olha os pelinhos clarinhos... molhadinhos.... 



A Morga  me deixou viciada na banda Boyce Avenue, kkk e, esses dias estou ouvindo muito as canções deles. E,  lendo o livro achei essa canção combinava com o Gabe e a Lizzy!!!




Os Irmãos de Buckhorn.

1. Sawyer (2000) - Sawyer.
2. Morgan (2000) - Morgan
3. Gabe (2000) - Gabe.
4. Jordan (2000) - ainda não publicado no Brasil.
5. Casey (2002) - ainda não publicado no Brasil.

Abaixo capa em inglês

sábado, 11 de junho de 2011

A Montanha dos MacKenzie- Série MacKenzie 1/5- Linda Howard


Ruth, uma cidade pequena do Wyoming, está prestes a aprender algumas lições com a nova professora local. Para começar, Mary Elizabeth Porter está decidida a convencer o jovem Joe Mackenzie a voltar para a escola. Mas Joe e seu pai, Wolf Mackenzie, sofrem o preconceito dos habitantes de Ruth por serem metade índios e metade brancos. Além de todos os obstáculos morais, Mary enfrenta também a natureza inóspita da montanha dos Mackenzie e, em meio a uma forte nevasca, segue para a fazenda deles. No meio do caminho, encontra Wolf. Agora, Mary sabe que também terá de amaciar o coração amargurado de Wolf e ensiná-lo a maior de todas as lições da vida: a capacidade de amar e de se deixar ser amado.



Bem, bem, bem.... eis que finalmente ''coloquei minhas mão'' no Wolf MacKenzie!
O Chefe do ''clã'' mais famoso entre os romances contemporâneos chega em minhas mãos através da minha amiga Rosa! Ai que presente delicioso, e bem na véspera do meu aniversário!
Muito já se falou sobre essa série,  e o que mais poderia dizer? LEIAM!
O Wolf  é,tão...tão...tão hot, kkkkkkkkkkkkkkk
Eu simplesmene estou em estado de choque até agora, kkkk
Eita que o papai MacKenzie é mais que bão! 
Um trechinho para nosso deleite, kkkkk:


" Ele precisava de uma mulher. Muito.
Wolf MacKenzie teve uma noite irrequieta, a lua cheia lançando luz sobre o travesseiro vazio a seu lado. O corpo doía e tanto desejo, com a necessidade física de um homem saudável, e o passar das horas apenas aumentava a sua frustração. Finalmente, levantou-se da cama e andou nu até a janela, o corpo forte e grande movendo-se com charme e flexibilidade. O piso de madeira estava gelado contra seus pés descalços, mas ele deu as boas- vindas ao desconforto, uma vez que isso ajudava a esfriar o intenso desejo que lhe esquentava o sangue.
O brilho do luar entalhava os ângulos de seu rosto, testemunha viva desua hereditariedade. Mais do que os espessos  cabelos pretos, usados na altura dos ombros, ou ainda os olhos  negros como pálpebras pesadas, sua feições definitivamente o proclamavam indígena. Eram as maçãs do rosto salientes e a testa larga, os lábios finos e o nariz elevado. Menos óbvia, mas não menos fortes, era a herança celta, herdada de seu pai, apenas por uma geração atrás, provenientes da região montanhosa da Escócia. Aquilo havia refinado suas feições indígenas herdadas da mãe, dando-lhe feições limpas e de corte afiado. Em suas veias corria o sangue de duas das civilizações mais guerreiras na história do mundo, comanche, uma tribo indígena norte-americana, e celta. Tinha nascido guerreiro, um fato logo descoberto pelos militares quando ele se alistou no exército.
Wolf também era um homem sensual."


AAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIII!
PLOFT! CAI DA CADEIRA, DA CAMA, DO BANCO, ENFIM....
Descendente de comanches e escoceses! Ai, já deu pra notar que  pirei na batatinha né?!
Eu amo, amo, amo um escocês, kkkkk e também um bom índio, kkkkk
Todos os homens construidos pela Linda Howard são guerreiros, extremamente protetores, e o Wolf não seria diferente. Temos também uma noção de como será o livro protagonizado pelo seu filho Joe, já que demonstra as mesmas características do pai nesse sentido.
Amei a Mary. Mocinha forte, decidida.
Gente o livro é muito, muito, muito hot mesmo. Devo dizer que foi difícil para mim manter a coerência dos pensamentos para falar desse homem, kkkkk
Também  podemos observar a forma preconceituosa que as pessoas da cidade tratam o Wolf e o Joe,  chamando a nossa atenção para o preconceito mesmo em nossa era moderna.
RECOMENDADÍSSIMO!


Série MacKenzie:

  • 1.Mackenzie's Mountain (1989) - A Montanha dos Mackenzie - Wolf Mackenzie e Mary Elizabeth Porter.
  • 2. Mackenzie's Mission (1992) - Missão Mackenzie - Joe Mackenzie e Caroline Evans.
  • 3. Mackenzie's Pleasure (1996) - O Prazer de Mackenzie - Zane Mackenzie e Barrie Lovejoy.
  • 4. Mackenzie's Magic (1996) - O Encanto da Montanha - Alex MacNeil e Maris Mackenzie.
  • 5. A Game of Chance (2000) - Jogo do Acaso - Chance Mackenzie e Sunny Miller.
Abaixo a capa em inglês